Áreas de atuação

Saúde Digital

Saúde digital no SUS, levando cuidado para quem mais precisa. Tecnologia que aproxima o cuidado e investe na inovação. Parceria com o Ministério da Saúde que utiliza a telessaúde, sistemas de informação e qualificação profissional.

Tecnologia que aproxima o cuidado da população

A Saúde Digital amplia o acesso e a qualidade dos serviços de saúde. Vai além da informatização: reúne telessaúde, inteligência artificial, análise de grandes volumes de dados, dispositivos vestíveis, prontuários eletrônicos e aplicativos. Essas soluções qualificam diagnósticos, tratamentos e a gestão da informação.

Por meio do Contrato de Gestão firmado com o Ministério da Saúde, a AgSUS implementa iniciativas digitais que garantem continuidade do cuidado e qualidade assistencial nos locais do país com maior necessidade, apoiando a transformação digital de um SUS mais moderno, ágil e integrado. Desde a Lei nº 15.233, de 2025, a promoção da telessaúde nas atenções primária e especializada faz parte da finalidade da AgSUS.

Tecnologias

  • Telessaúde
  • Teleconsulta
  • Prontuário eletrônico
  • Interoperabilidade (RNDS)
  • Inteligência artificial
  • Point of care

Frentes de atuação

Iniciativas

Conheça cada frente da Saúde Digital na AgSUS

Núcleo de Saúde Digital (NSD)Quem somos, onde atuamos e os serviços do Núcleo

Cuidado em saúde a quem mais precisa, por meio da tecnologia

O Núcleo de Saúde Digital (NSD-AgSUS) é a instância técnica da AgSUS responsável pelos serviços de saúde digital. Foi instituído pela Resolução DIREX nº 85/2026.

O NSD é uma iniciativa da AgSUS criada para modernizar e expandir os serviços de saúde no Brasil. Com soluções digitais, fortalece a Atenção Primária à Saúde e garante mais acesso, qualidade e eficiência no atendimento à população.

Núcleo de Saúde Digital da AgSUS

Onde atuamos

A equipe do NSD trabalha na Sede da AgSUS, em Brasília. Os médicos e médicas vinculados ao Núcleo estão distribuídos pelo país e atendem em teletrabalho, conectados às Unidades Básicas de Saúde que recebem o serviço.

Serviços

Substituição Temporária via TelessaúdeComo funciona, resultados, dúvidas, critérios e como solicitar

A equipe continua com médico, mesmo durante o afastamento

Quando o médico ou a médica de um programa federal de provimento se afasta por licença-maternidade ou licença de saúde superior a 30 dias, um Médico de Família e Comunidade do NSD assume a assistência por teleconsulta, dentro da própria UBS.

A equipe de enfermagem recebe o paciente e, quando é preciso, faz o exame físico acompanhada pelo médico por vídeo. Receitas, atestados e encaminhamentos saem com assinatura digital e são entregues pela equipe logo depois da consulta. Quando o médico da unidade volta, o atendimento presencial é retomado.

O serviço não tem custo para o município: é financiado pelo Ministério da Saúde, por meio do contrato de gestão com a AgSUS, que executa o trabalho sob a supervisão do Ministério. O Núcleo também capacita as equipes que recebem o serviço.

Fluxo de atendimento do usuário na UBS

  1. Etapa 1
    Chegada à UBS

    O usuário, com ou sem agendamento, chega à UBS para atendimento médico.

  2. Etapa 2
    Acolhimento

    Profissionais da eSF realizam o acolhimento/pré-atendimento e a classificação de risco.

  3. Decisão
    O usuário necessita de atendimento médico?

    Não: A equipe direciona o usuário para a atividade de que ele necessita.

  4. Decisão
    É elegível para teleconsulta?

    Não: Agendar consulta presencial na APS e/ou encaminhar para o serviço pertinente.

  5. Etapa 3
    Preparação do ambiente

    A equipe prepara a sala e os equipamentos para a teleconsulta.

  6. Etapa 4
    Teleconsulta

    O(a) médico(a) realiza a teleconsulta e solicita apoio dos profissionais presentes na UBS para exame físico, orientações e procedimentos.

  7. Etapa 5
    Desfecho da consulta

    Retorno para consulta agendada; Retorno para cuidado continuado/programado; Agendamento para grupos; Agendamento para eMulti; Encaminhamento. Encaminhamento para: Interno no dia; Serviço especializado; Centro de Atenção Psicossocial (CAPS); Internação hospitalar; Serviço de Urgência; Serviço de Atenção Domiciliar; Intersetorial.

  8. Etapa 6
    Pesquisa de satisfação

    Profissionais da eSF aplicam a pesquisa de satisfação ao usuário.

Oferta de substituição temporária de médicos em números

22
Unidades da Federação
74
Municípios
141
Equipes atendidas
66 em atividade · 75 finalizadas
38.070
Total de atendimentos
92,3
Satisfação dos usuários (NPS)
11.185 respostas
84,9%
Taxa de resolutividade
5.580 encaminhamentos

Equipes de Saúde da Família atendidas pelo serviço em todo o país. Dados extraídos em 14/10/2026. Central de Painéis: em breve.

Onde o serviço foi oferecido em 2025

Bahia: Cândido Sales (UBS Nova Conquista) e Botuporã (Boa Vista II). Espírito Santo: Serra (Taquara II). Maranhão: Buriticupu (Vila Primavera). Minas Gerais: Monte Carmelo (Ciselisio Rocha Thomaz I) e Nanuque (Vila G. Passos). Mato Grosso do Sul: Ponta Porã (Centro Integrado de Saúde I) e Sidrolândia (Rural). Pará: Viseu (Açaiteua I) e Baião (Rural I). Pernambuco: Jaboatão dos Guararapes (Quitandinha, Curcurana III e Lagoa das Garças) e Ouricuri (Nossa Senhora de Fátima I). Piauí: Cristino Castro (Posto de Saúde Mutirão). Rondônia: Mirante da Serra (Samuel Paulo Thomas). Sergipe: Frei Paulo (Posto de Saúde Mocambo). São Paulo: Palmeira d'Oeste (Central Palmeira d'Oeste).

Informações por perfil

Sou gestor

Principais dúvidas

A substituição temporária via telessaúde tem algum custo para o município?

Não. O serviço é financiado pelo Ministério da Saúde, por meio do contrato de gestão com a AgSUS. O município não paga a implantação nem a manutenção.

Quem supervisiona a execução da estratégia implementada pela AgSUS?

O Ministério da Saúde. A AgSUS executa o serviço sob a supervisão do Ministério.

Onde ocorre o atendimento e como isso facilita o acesso dos usuários?

Na unidade básica de saúde em que o médico afastado trabalhava. Assim, o paciente não precisa ter computador ou celular nem saber usar essas ferramentas.

Como a equipe de Saúde da Família é preparada antes do início do serviço?

Antes de o serviço começar, a equipe de Saúde da Família é capacitada em saúde digital e no funcionamento do serviço. Depois, os dados do atendimento são acompanhados, e a equipe e a gestão local recebem retorno.

FAQ do gestor: em breve. Assista ao vídeo do NSD.

O que o município precisa ter

Critérios para receber a teleconsulta.

  • Equipe mínima
    eSF completa, exceto o médico: enfermeiro, técnico de enfermagem e ACS.
  • Equipe de retaguarda
    Uma segunda eSF completa no município para apoio, se necessário.
  • Responsável técnico
    Profissional técnico ou gerente da UBS vinculado à eSF do projeto.
  • Rede de apoio local
    Serviços para casos que exijam atendimento presencial ou encaminhamento.
  • Espaço adequado
    Sala com privacidade, de preferência o consultório médico.
  • Recursos materiais
    Equipamentos para acolhimento e triagem pela enfermagem, conforme a PNAB.
  • Equipamentos
    Computador com áudio e vídeo, impressora, telefone fixo e celular com internet.
  • Internet
    Fixa ou via satélite, mínimo de 30 Mbps, sem limite de dados.
  • e-SUS PEC APS
    Versão 5.3.17 ou superior.
  • Assinatura digital
    Aceita pelos setores da Secretaria Municipal de Saúde.
  • Fluxos definidos
    Protocolos para encaminhamentos que ultrapassam o escopo da teleconsulta.
Sou usuário

Como funciona a teleconsulta na sua UBS

  1. Você é recebido na UBS por um profissional da equipe de Saúde da Família, que faz o acolhimento e fica ao seu lado durante a consulta.
  2. Um Médico de Família e Comunidade atende você pela tela, ouve suas queixas, faz perguntas e conduz a avaliação com o apoio da equipe presente.
  3. O médico indica o que for necessário: exames, receitas, vacinas ou encaminhamento para tratamentos específicos.
  4. Ao final, a equipe agenda seu retorno, se preciso, e pede sua opinião sobre o atendimento.

Principais dúvidas

A teleconsulta vai substituir o atendimento presencial de forma definitiva?

Não. Os médicos do Núcleo atendem só enquanto o médico da sua unidade estiver de licença. Quando ele voltar, o atendimento presencial é retomado.

Como saber se meu caso pode ser resolvido na teleconsulta?

A teleconsulta atende, por exemplo, o acompanhamento de doenças crônicas, como hipertensão, diabetes, asma, DPOC, depressão, câncer e doença renal crônica. Se o seu caso não se encaixar, a equipe faz a avaliação na unidade e encaminha você para outra unidade, hospital ou serviço.

Quem faz meu exame físico enquanto o médico presencial não está disponível?

A equipe de enfermagem, acompanhada pelo Médico de Família e Comunidade por vídeo, quando o exame é necessário.

Como recebo minhas receitas durante o período de teleconsulta?

O médico assina os documentos digitalmente, e a equipe de Saúde da Família entrega a você logo depois do atendimento.

Como saber se a minha UBS oferece a teleconsulta?

O serviço é temporário e acompanha as licenças dos médicos. Pergunte à equipe da sua unidade ou à secretaria de saúde do seu município.

FAQ do usuário: em breve.

Sou profissional

Principais dúvidas

O que é teleconsulta na APS?

Atendimento a distância, com consulta, monitoramento e diagnóstico clínico ambulatorial feitos por meio de tecnologias da informação e comunicação.

Como garantir a segurança dos dados dos pacientes durante a teleconsulta?

Com plataforma de videoconferência segura e criptografada, consentimento do paciente, controle de acesso e cumprimento da Lei Geral de Proteção de Dados.

Quais são os benefícios da teleconsulta para minha prática clínica?

Resposta em breve.

Preciso de treinamento para usar o serviço de teleconsulta?

Sim. O Núcleo oferece cursos e materiais para o uso seguro da teleconsulta, como o Curso Fundamentos de Saúde Digital na APS.

Que tipos de casos podem ser atendidos por teleconsulta?

Acompanhamento de condições crônicas, orientações gerais, triagem de sintomas leves, dúvidas, revisão de exames, receitas simples e acompanhamento de tratamentos.

Como trabalhar no Núcleo?

As vagas da AgSUS, inclusive no Núcleo, são abertas por processo seletivo, publicado em Trabalhe na AgSUS.

FAQ do profissional: em breve.

O que diz o seu conselho profissional

Posicionamentos dos conselhos federais sobre teleconsulta e telessaúde.

  • CFM
  • COFEN
  • CFP
  • CFFa
  • COFFITO
  • CFF
  • CFN
  • CFO

Para se qualificar, faça o Curso Fundamentos de Saúde Digital na APS. As normas federais estão reunidas na Biblioteca NSD.

Solicite para o seu município

Sua equipe está com médicos afastados? Que tal utilizar o serviço de substituição temporária?

A solicitação é feita pela gestão municipal, por meio do formulário de manifestação de interesse. Antes de enviar, confira se o município atende aos critérios do serviço.

  1. Confira os critérios
    Equipe mínima, internet, equipamentos, e-SUS PEC e fluxos definidos.
  2. Preencha a manifestação de interesse
    O formulário é enviado pela gestão municipal.
  3. Tire dúvidas com o NSD
    saudedigital@agenciasus.org.br
    WhatsApp (61) 99810-9919

Rever os critérios do município

A adesão é intermediada pela Secretaria de Atenção Primária à Saúde do Ministério da Saúde e depende da manifestação do município, que é voluntária.

Nossa história: projeto-piloto UBS+DigitalResultados do piloto e depoimentos de quem viveu a experiência

Tudo começou com o projeto-piloto UBS+Digital

Antes do Núcleo, a AgSUS e o Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HCFMUSP) testaram a oferta de consultas médicas por telessaúde em localidades sem assistência médica presencial. Em 8 meses, de março a novembro de 2023, com a Fundação Zerbini, os resultados mostraram que a teleconsulta na UBS é resolutiva e bem avaliada pela população, e deram base à estruturação do NSD.

6.312
teleconsultas realizadas
4.279
usuários atendidos
85%
de resolutividade
97
NPS de satisfação dos pacientes
15
Unidades Básicas de Saúde
11
municípios brasileiros

Quem viveu a experiência

«É a primeira vez que consigo trabalhar com um médico, mesmo que seja à distância. Com a chegada do projeto, éramos uma equipe de enfermeiro, técnico e demais profissionais e nós acabávamos fazendo tudo. Com a chegada da médica, a Dra Flávia, ela tem sido não só apoio, mas uma amiga, um suporte — sempre que precisamos dela ela está disponível.»

Graça Almeida
Enfermeira · UBS Paissandu, Santarém/PA

«Trabalhar no UBS+Digital vai além de consultas; é contribuir para um SUS mais acessível e moderno, conectando médicos e pacientes com tecnologia e promovendo avanços na saúde. É gratificante fazer parte dessa transformação e contribuir para a modernização do SUS.»

Artur Machado
Médico de Família e Comunidade do projeto-piloto

Comunidade de PráticasTroca de experiências entre profissionais e gestores do NSD

Aprender junto com quem está no território

A Comunidade de Práticas sistematiza e compartilha experiências exitosas do Núcleo de Saúde Digital. Reúne profissionais de saúde, gestores e equipes para trocar conhecimento, refletir sobre as práticas adotadas nos territórios e apoiar decisões baseadas em evidências.

O foco é a participação ativa de quem atua na assistência e na gestão do cuidado, com colaboração, aprendizado coletivo e disseminação de soluções aplicadas à realidade dos serviços.

Para profissionais vinculados aos serviços do NSD

A Comunidade funciona no Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) da AgSUS.

Biblioteca NSDMateriais técnicos e normas da Saúde Digital no Brasil
Curso Fundamentos de Saúde Digital na APS30 horas, EaD e gratuito, com pré-inscrição aberta

Qualificação gratuita para quem faz a APS

Desenvolvido pela AgSUS com o Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, o curso aborda saúde digital aplicada à prática cotidiana, além de aspectos jurídicos e éticos da telessaúde. Agora é oferecido no Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) da AgSUS, com mais flexibilidade e acompanhamento.

+2,4 mil
profissionais concluíram o curso até maio de 2026
30 horas
Carga horária
EaD autoinstrucional
Modalidade
HCFMUSP
Parceria
Conteúdo programático · 19 tópicos
  1. Introdução à saúde digital na APS
  2. Princípios éticos e normativos da teleassistência e impactos da LGPD na segurança, privacidade e confidencialidade dos dados dos usuários do SUS
  3. Conformidade digital e proteção de dados na saúde: práticas e desafios para médicos
  4. SUS Digital
  5. Plataformas e documentos digitais da área da saúde
  6. Prontuário Eletrônico do Cidadão e-SUS APS
  7. Teleconsulta médica: indicadores e monitoramento do serviço
  8. Inteligência artificial na saúde: perspectivas e desafios
  9. Estratégia de Substituição Temporária via Telessaúde
  10. Implementação do serviço de teleassistência na APS
  11. Integração entre médico remoto e eSF
  12. Acolhimento e critérios de elegibilidade
  13. Boas práticas na teleconsulta na APS
  14. Boas práticas de segurança da informação para profissionais de saúde
  15. Adaptação digital para abordagem de condições comuns na APS para eSF – Parte I
  16. Adaptação digital para abordagem de condições comuns na APS para eSF – Parte II
  17. Otimização da prática clínica por meio da captura de imagem
  18. Atenção domiciliar na saúde digital
  19. Simulação da teleconsulta na Substituição Temporária via Telessaúde
Saúde Digital na Atenção EspecializadaTeleconsulta e sistemas de informação nas Carretas da Saúde

Teleconsulta nas Carretas da Saúde do Agora Tem Especialistas

Tecnologia para ampliar o acesso à Atenção Especializada, reduzir deslocamentos e tempo de espera e integrar a Atenção Primária aos serviços especializados do SUS.

No Programa Agora Tem Especialistas, as Unidades Móveis de Atenção Especializada (Modalidade 3) levam infraestrutura e serviços a regiões com difícil acesso, poucos especialistas e longas filas de espera. Integradas à telessaúde, ampliam a oferta de consultas, diagnósticos e acompanhamento especializado.

A AgSUS acompanha a realização das teleconsultas nas unidades móveis e define diretrizes e normativos que padronizam as ações e garantem os requisitos para uma execução adequada.

Nas carretas de saúde da mulher, parte das consultas com especialista é feita por teleconsulta: em 2025, foram 21,65% das consultas, acima da meta de 15% do contrato de gestão.

Materiais para as equipes das carretas

Cartazes de apoio à capacitação e ao engajamento.

Sistemas de informação em saúde

Dados integrados à Rede Nacional de Dados em Saúde

A interoperabilidade com a RNDS permite usar de forma coordenada o CNES, o CMD e o SISCAN. Esse ecossistema fortalece a continuidade do cuidado, dá transparência à assistência, qualifica o registro e apoia o monitoramento nacional de indicadores.

CNES · Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde

Sistema oficial do SUS para o registro de estabelecimentos: infraestrutura, serviços, equipamentos e profissionais.

O que mudou com as carretas

A Portaria SAES/MS nº 3.200, de 2 de setembro de 2025, criou mecanismos para cadastrar e operar as unidades móveis sob gestão federal.

Elas passaram a ter governança cadastral centralizada, conduzida pelo Ministério da Saúde e pela AgSUS, com processos padronizados e maior capacidade de monitoramento em todo o país.

CMD · Conjunto Mínimo de Dados

Registro oficial da produção assistencial dos estabelecimentos de saúde, públicos e privados.

Uso nas unidades móveis

O piloto do CMD Coleta nas unidades móveis começou em outubro de 2025. A Portaria SAES/MS nº 3.200/2025 o definiu como ferramenta oficial de registro da produção dessas unidades.

Implantação, monitoramento e suporte são feitos em conjunto pela AgSUS e pelo Ministério da Saúde.

SISCAN · Sistema de Informação do Câncer

Acompanha o rastreamento e a investigação diagnóstica dos cânceres do colo do útero e de mama, do exame ao laudo.

Uso nas unidades móveis

É utilizado nas unidades móveis da Tipologia 2 – Saúde da Mulher, garantindo registro e rastreabilidade dos exames e o encaminhamento oportuno das pacientes.

A AgSUS mapeia necessidades, implanta e monitora o uso do sistema, fazendo a ponte entre prestadores e o Ministério da Saúde (INCA).

Saiba mais sobre a atuação da AgSUS na Atenção Especializada.

Apoio à Saúde IndígenaUltrassonografia e exames point of care no DSEI Yanomami

Diagnóstico mais perto dos territórios indígenas

A AgSUS prospecta e incorpora tecnologias para a Saúde Indígena, a pedido da Secretaria de Saúde Indígena do Ministério da Saúde (SESAI/MS).

2024 · DSEI Yanomami

Qualificação em ultrassonografia point-of-care

Capacitação para profissionais do Distrito Sanitário Especial Indígena Yanomami, para aproveitar melhor os aparelhos de ultrassom já disponibilizados pelo Governo Federal, com mais autonomia e eficiência no atendimento.

≈ 20
Profissionais qualificados

Desde março de 2025 · DSEI Yanomami

Exames laboratoriais no próprio território (Point-of-Care Testing)

Desde março de 2025, o DSEI Yanomami conta com exames laboratoriais por tecnologia de Point-of-Care Testing (PoCT) em cinco pontos de atendimento. Quatro deles ficam em áreas de floresta, com alto grau de isolamento e acesso difícil.

Com os exames feitos onde a população está, o resultado sai mais rápido, a equipe decide a conduta clínica com mais segurança e diminuem os deslocamentos até centros de referência.

7.253
Usuários com exames realizados
mar/2025 a out/2026
≈ 20,9%
Da população do DSEI
de 34.773 indígenas estimados em 2026
5
Pontos de atendimento
distribuídos no território
4
Em áreas de floresta
com elevado isolamento geográfico

Fontes: Portal Hilab (usuários com exames, março de 2025 a outubro de 2026); Ministério da Saúde – População Indígena (SESAI).

Por que isso importa

O DSEI Yanomami tem população muito dispersa, localidades de difícil acesso e povos indígenas de recente contato. Levar o diagnóstico ao território amplia o acesso oportuno, qualifica a decisão clínica das equipes e fortalece a resolutividade da atenção à saúde indígena em um contexto de alta complexidade logística.

Inovação na infraestrutura diagnóstica

O PoCT aproxima a capacidade laboratorial dos pontos de cuidado e reduz o tempo gasto com transporte de amostras e processamento em laboratório convencional, entre a coleta, o resultado e a conduta.

Saiba mais sobre a Saúde Indígena na AgSUS e a tecnologia do cuidado.

Saúde Digital no PES Rio DoceInfraestrutura, serviços e qualificação em 49 municípios de MG e ES

Tecnologia a serviço do cuidado nos territórios do Rio Doce

O Programa Especial de Saúde do Rio Doce (PES Rio Doce) leva a Saúde Digital aos 49 municípios de Minas Gerais e do Espírito Santo abrangidos pelo Programa, incluindo os territórios indígenas atendidos pelo DSEI MG/ES.

As ações fazem parte do Eixo de Promoção e Ampliação da Saúde Digital. O objetivo é que cada território tenha condições de incorporar tecnologias ao dia a dia dos serviços, com mais acesso para a população, cuidado mais qualificado e uma Rede de Atenção à Saúde (RAS) mais integrada.

49
municípios abrangidos pelo Programa
MG e ES
Minas Gerais e Espírito Santo
DSEI MG/ES
territórios de saúde indígena
3
frentes de atuação complementares

Três frentes que se complementam

Recursos tecnológicos, apoio aos serviços e formação das equipes caminham juntos, sempre respeitando as necessidades e as particularidades de cada território.

Infraestrutura tecnológica para ampliar o acesso

Recursos tecnológicos para que municípios e territórios indígenas possam usar soluções digitais na organização dos serviços e na oferta de cuidado, de acordo com as necessidades de cada local.

Estruturação e expansão de serviços de Saúde Digital

Apoio ao planejamento de novas ofertas, implantadas conforme o interesse de cada município, e à expansão e ao aprimoramento dos serviços que já existem. Tudo considerando a necessidade assistencial, a capacidade operacional do território e a integração entre os pontos da RAS.

Qualificação dos profissionais

Ações formativas para que as equipes incorporem a Saúde Digital ao trabalho, usando as tecnologias de forma adequada e qualificando o cuidado.

Uma delas é o Curso Fundamentos de Saúde Digital na APS.

Contato

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Endereços da AgSUS

Sede Administrativa: SEPN CRN 514, Bloco D, Asa Norte, Brasília – DF, CEP 70760-544. Telefone: (61) 3686-4144.

Escritório Regional de Boa Vista: Rua Castelo Branco, 452, Calunga, Boa Vista – RR, CEP 69301-270.

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